Fim do pix pode vir à tona após decisão De Trump “Acabou A… Ver Mais
O Palácio do Planalto pegou o Brasil de surpresa nesta sexta-feira com um comunicado urgente. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu duramente à decisão dos Estados Unidos de classificar as maiores facções brasileiras — o Comando Vermelho e o PCC — como organizações terroristas. O motivo do alerta generalizado? Segundo o governo, essa medida drástica de Washington pode atingir diretamente o sistema financeiro nacional e afetar até o funcionamento do Pix.
Uma reunião de emergência com os ministros da Justiça, da Fazenda e da Casa Civil foi realizada para calcular o tamanho do estrago econômico. O governo brasileiro defende que essas decisões unilaterais dos EUA quebram a soberania do país e podem travar o compartilhamento de dados entre as polícias, além de gerar um impacto financeiro imprevisível no bolso dos cidadãos.
A posição oficial: O Planalto reconhece que essas facções “praticam terrorismo” nas áreas que dominam, mas bateu o pé dizendo que, por lei, elas continuam sendo tratadas como organizações criminosas e que o Brasil não aceita ordens de fora.
Guerra política: Lula solta os cachorros contra a família Bolsonaro
Durante uma agenda oficial em Sergipe, o presidente Lula não poupou críticas e chamou de “deplorável” a atuação da oposição no exterior. O alvo direto foi o senador Flávio Bolsonaro, que esteve recentemente nos Estados Unidos em reuniões estratégicas com o governo de Donald Trump e o secretário de Estado, Marco Rubio.
Foi logo após esses encontros com a família Bolsonaro que o governo americano bateu o martelo sobre a classificação de terrorismo. Enquanto Flávio comemorava nas redes sociais dizendo ser um “grande dia”, Lula rebateu afirmando que o Brasil “não é uma republiqueta” e vai defender sua soberania contra as garras americanas.
Do funk ao FBI: O cerco que começou com MC Misa e Deolane Bezerra
Essa crise diplomática internacional explode no exato momento em que os bastidores da polícia de Brasília já estavam pegando fogo. Toda a confusão começou a ganhar força após o depoimento do funkeiro MC Misa, que denunciou um suposto plano das facções para orquestrar um atentado contra a vida de Flávio Bolsonaro, justamente para frear o avanço da direita.
A investigação da Polícia do Senado corre em sigilo e cruza dados com o polêmico caso da advogada Deolane Bezerra, que continua na mira das autoridades por supostas ligações com a cúpula do crime organizado nacional.
Agora, com o governo americano congelando contas globais e caçando ativos de qualquer um que tenha negócios com as facções, o caso de Deolane e as denúncias do mundo do funk ganharam o interesse direto do FBI. Com a ameaça real ao Pix levantada pelo Planalto, as próximas horas prometem ser decisivas para o futuro do dinheiro e da segurança no Brasil.